Em Homs, na Síria, durante as chuvas do inverno que em 1890 causaram muitos desmoronamentos, um menino de uma família cismática havia colocado uma imagem do Sagrado Coração no compartimento da casa em que, segundo o costume geral, a família dormia. Uma noite, o pai, vendo que o madeirame, aí, pela sua vetustez, ameaçava desabar sob a violência da chuva, disse à família: “Devemos passar para o cômodo vizinho, porque pode acontecer alguma desgraça esta noite; o teto aqui ameaça ruína e o de lá está mais sólido.” Concordaram todos, à exceção do menino, que exclamou: “Que temeis, então? Não temos nós aqui a imagem do Sagrado Coração, que nos protege? Por mim não tenho medo; eu fico.”
A família toda, impressionada com as palavras do menino, resolveu não sair ainda essa noite do seu pouso, entregando-se à guarda do Sagrado Coração; e em boa hora o fez. Antes de amanhecer, uma parte da casa abateu; mas foi aquela que parecia mais sólida e em que tinham pensado abrigar-se. O aposento em que estava a imagem do Sagrado Coração nada sofreu.
Esse relato faz parte da coletânea de fatos históricos reunidos em nosso mais recente lançamento: Mês do Sagrado Coração de Jesus, escrito por Mons. Dr. José Basílio Pereira.
Doce Coração de Jesus, sede meu amor.
Doce Coração de Maria, sede a minha salvação.
Deixe um comentário
Você precisa fazer o login para publicar um comentário.